Mais um recorde para a conta

Flamengo torna-se o clube brasileiro que mais cedeu jogadores para uma edição de Copa do Mundo

As convocações dos 48 elencos que disputarão a Copa do Mundo de 2026 contaram com nove atletas do Flamengo, um recorde absoluto na história dos clubes nacionais.

Nunca antes um clube brasileiro cedeu tantos atletas para uma Copa de uma vez só.

Alex Sandro, Danilo, Giorgian de Arrascaeta (Uruguai), Gonzalo Plata (Equador), Guillermo Varela (Uruguai), Jorge Carrascal (Colômbia), Léo Pereira, Lucas Paquetá e Nicolás de la Cruz (Uruguai), defenderão as cores de seus países na 23ª edição do evento esportivo mais importante de todo o mundo, que este ano será sediado por Canadá, México e EUA.

Marca Nacional

Se levarmos em conta apenas os jogadores que vestirão a Amarelinha, o impacto da marca permanece histórico. Desde a Copa de 1958 — a primeira conquista brasileira, liderada por Pelé, Garrincha e o gigante rubro-negro Dida — quatro atletas do Flamengo não eram convocados de uma só vez para o Mundial.

Apesar dos números impressionantes de 2026, a participação do Mais Querido em Copas é uma constante desde a primeira edição do torneio, realizada há 96 anos. No total, 50 jogadores do Flamengo já foram convocados para representar suas seleções ao longo da história.

Linha do Tempo: Todos os jogadores do Flamengo em Copas do Mundo

Confira a lista completa dos craques rubro-negros que deixaram a Gávea rumo ao topo do futebol mundial ao longo das 23 edições da competição:

Décadas de 1930 a 1950

1930 (Uruguai): Araken Patusca (atacante), Benevenuto (meia) e Moderato (atacante).

1938 (França): Walter (goleiro), Domingos da Guia (zagueiro) e Leônidas da Silva (atacante).

1950 (Brasil): Juvenal (zagueiro) e Bigode (meia).

1954 (Suíça): Dequinha (volante), Rubens (meia) e Índio (atacante).

1958 (Suécia): Joel (atacante), Moacir (meia), Dida (atacante) e Zagallo (atacante).

Décadas de 1960 a 1980

1966 (Inglaterra): Paulo Henrique (lateral-esquerdo) e Silva Batuta (atacante).

1970 (México): Brito (zagueiro).

1974 (Alemanha Ocidental): Renato (goleiro) e Paulo Cézar Caju (atacante).

1978 (Argentina): Toninho Baiano (lateral) e Zico (meia).

1982 (Espanha): Leandro (lateral-direito), Júnior (lateral-esquerdo) e Zico (meia).

1986 (México): Sócrates (meia) e Zico (meia).

Décadas de 1990 a 2010

1990 (Itália): Zé Carlos (goleiro) e Renato Gaúcho (atacante).

1994 (Estados Unidos): Gilmar (goleiro).

1998 (França): Júnior Baiano (zagueiro) e Zé Roberto (meia).

2002 (Coreia do Sul/Japão): Juninho Paulista (meia).

2010 (África do Sul): Kléberson (meia) e Gonzalo Fierro (meia).

2014 (Brasil): Frickson Erazo (zagueiro).

2018 (Rússia): Miguel Trauco (lateral-esquerdo) e Paolo Guerrero (atacante).

Década de 2020

2022 (Catar): Éverton Ribeiro (meia), Pedro (atacante), Guillermo Varela (lateral-direito) e Giorgian de Arrascaeta (meia).

2026 (Canadá, EUA e México): Danilo (lateral-direito/zagueiro), Alex Sandro (lateral-esquerdo), Léo Pereira (zagueiro), Lucas Paquetá (meio-campista), Guillermo Varela (lateral-direito), Giorgian de Arrascaeta (meia), Nicolás de la Cruz (meia), Jorge Carrascal (meia) e Gonzalo Plata (atacante).

E para você torcedor, quais rubro-negros que mais deixaram saudade?

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